sexta-feira, 9 de setembro de 2011

A mor na contra mão (Poesia)



AMOR NA CONTRA MÂO


Oh. Minha amada;
Quantas vezes já chorei?
Quantas lágrimas derramei?
Por um amor desprezado;                          
Já te quis lá no passado
Quando você não me quis.
Hoje me sinto feliz
Ver seu pranto derramado.

Oh! Meu amado.
Quantas vezes tenho chorado?
Em decorrência desse amor;
Não entendes a minha dor
Do meu peito amargurado.
Não sabia que era amor
Não soube te dar valor
Quando me quis no passado.

Oh! Minha amada.
Não entendo a sua dor?
Se já sofri por amor;
Amor por te desprezado.
As lagrimas que tens chorado
Já chorei a mesma dor
Hoje me diz ser amor
O seu pranto derramado.


Oh! Meu amado.
Deixe que fique ao seu lado,
Juntinhos e abraçado;
Apenas por um instante.
Esse amor incessante.
Nossos corpos se tocarem,
Se abraçarem e se enroscarem
Assim seremos amantes.

Oh! Minha amada;
 me perdoa.
Como um pássaro que livre voa
Hoje é meu coração.
Oh! Meu amado
Esse amor na contra mão
Não me queres; pois então
Dane-se !

DONIZETE DE SOUZA


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